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Alunos do Colégio Estadual Santa Cândida - Evelyn, Felipe e Tainara -,criamos este blog, com a supervisão da nossa professora de História,Cássia,onde abordaremos um assunto de extrema importância, o abuso sexual infântil.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Pornografia Infantil Na Internet. - Reportagem

Essa é uma reportagem realizada pela Record sobre a pedofilia. Mostra como os adolescente são vulneráveis aos pedófilos.
http://www.youtube.com/watch?v=RX0SW0bXDAE
Pedofilia em crítica, por Felipe Puppi:
     Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a pedofilia é um transtorno mental que ocorre na cabeça de alguns adultos. Mas como poderíamos identificar esse mal, que apesar de fatal para a infância de uma criança, é tão discreto. Por tal motivo, é preciso manter uma atenção especial sobre os adolescentes, e seus amigos virtuais. A internet apesar de exelente meio de comunicação é um dos principais meios de atuação dos pedófilios. É muito fácil aproximar-se de uma criança inofenciva, quando se está mascarado pelo anonimato. Nunca sabemos, ao certo, quem está do outro lado.
    Mas existe uma maneira muito acessível de orientar jovens e adolescentes em relação a pedofilia, uma conversa entre pais e filhos, alem de aumentar a intimidade, instrui os jovens à proteção contra esses ladrões da infância, que são os pedofilios. Porem, em alguns casos o assunto vai alem disso, é muito mais complexo quando o inimigo está embaixo do mesmo teto. Geralmente ocorre com meninas, quando algum membro da família, tem uma proximidade maior, e acaba por ocorrer, o abuso sexual. Muitos jovens podem achar que os pais são super-protetores, mas não é bem assim, pedofilia é um assunto sério, e trata-se de pessoas com sérios problemas mentais.
    Muitas vezes os adultos se aproximam, aproveitando-se da inocência da criança, para alcançar seus repugnantes objetivos. Uma criança que sofre abuso sexual em qualquer fase da juventude, pode acarretar para si, com isso, sérios problemas psicológicos, como traumas. Podendo ter uma vida sexual futura conturbada.
    Considerada um crime grave em vários países, a pedofilia é um crime mal visto não só pela sociedade, mas, por exemplo, por próprios detentos das carceragens gerais. A luta contra a pedofilia é constante, apesar de ser um crime difícil de se descobrir, cada caso merece ser tratado com delicadeza. Apesar de todos os danos causados pelos pedófilio, eles são pessoas doentes, que merecem ser tratados. A ajuda deve vir tambem às pessoas que não sabem que precisam dela.


Autoria do texto: Felipe Puppi, algumas informações retiradas do site:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedofilia
Acessado no dia 11 de Junho de 2011.




domingo, 5 de junho de 2011

Um caso de impunidade (dentre tantos)

Em 3 de Setembro de 2008, Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre, de nove aos, voltava de sua escola, Instituto de Educação, cituado no Centro de Curitiba, quando misteriosamente desapareceu.
No dia 5, o corpo da menina fora encontrado dento de uma mala na Rodoferroviária de Curitiba. No corpo havia sinais de estrangulamento e de abuso sexual.
O caso gerou muita comoção e indignação não só onde o crime fora cometido, mas também em todo o país.
Como a área interna da rodoferroviária não possuia câmeras de vigilância, a procura ao suspeito ficou mais difìcil.
A polícia deteve vários suspeitos, divulgando, inclusive o retrato falado de um deles, mas nenhum foi confirmado como sendo o autor do crime. Também foi cogitado a hipótese de um assassino e série, mas nada bse confirmou.
Este é mais um caso que a polícia não consegue resolver.
É um crime perfeito? Creio que não, mas o assassino teve ajuda, mesmo que involuntariamente.
A rodoferroviária não possuia câmeras de segurança, o que facilita inúmeros delitos e também crimes como este. Infelizmente foi necessário que uma vida fosse perdida para que se tomasse uma atitude.
Outra questão é como a polícia,  população e também os veículos de comunicação esquecem rápido os casos não solucionados.
Você, por acaso, se lembraria quem é Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre? Eu, sinceramente, não lembrava.
É claro que o fato de todos os dias pessoas morrerem, crianças serem abusadas e mortas faça com que esquecemos outros casos mais antigos, mas os pais da Rachel e de outras crianças esquecidas não se deixam permitir esquecer.
Esses pais lutam todos os dias para que seus filhos desaparecidos voltem para suas casas, que o assassino de seu filho seja preso ou que, pelo menos, consigam sobreviver a dor que é perder um filho.
O caso da Rachel remete a um outro problema. Um dos suspeitos do crime era um homem já condenado por pedofilia.
Como eu disse em um dos prmeiros post, pedofilia nã é um doença que você pode curar com um remédio ou apenas com alguns anos de prisão. Os condenados por esses crimes devem ser excluídos da sociedade permanentemente por serem um risco.
Por mais que um pedófilo saiba que o que faz é errado, ele não consegue evitar. Este tem um desviou incurável e, estes mesmo dizem que devem ser detidos e avastados, pois, do contrário, cometeram outros crimes.
E eu pergunto, se os próprios pedófilos dizem que devem ser presos, porque é que eles continuam sendo soltos pela polícia? Por que os deputados e senadores não fazem uma lei mais dura à esses monstros?
É por esses casos que eu cogito a ideia de pena de morte no Brasil. Seria um ótima resolução para crimes cometidos por pedófilos e psicopatas - quando a pena máxima para eles é de 30 anos, mas, às vezes, eles não ficam presos nem metade desse tempo.
Mas umas das coisas que impede a pena no Brasil é porque alguns acreditam que seria desumano.
Desumano é estuprar, matar e desovar o corpo de uma criança num lugar qualquer. Isso é desumano.
Mas, ao meu ver, existem outros argumentos (muito mais econômicos) que impedem a pena de morte.
Seria muito caro para o Estado ter que arcar com processos, cárcere para evitar linchamento, apelações entre outros. Isso tudo custa três vezes mais do que um aprisionamento perpétuo, que é uma medida muito mais econômica, ainda mais no Brasil, onde as prisões possuem o dobro ou até mais detentos do que pode suportar.
Não vamos entrar mais fundo nesse assunto, já que este não é o meu objetivo aqui. O que importa é que devemos gritar por ajuda, já que crianças como a Rachel não possuem mais voz para isso.

"Quantas mortes mais serão necessárias para que se saiba que já se matou o bastante?" - Bob Dylan.

Dados colidos no G1(globo.com)

Atitudes a serem tomadas quando uma criança for abusada sexualmente

As crianças raramente inventam histórias sobre terem sido abusadas. Não é uma coisa que elas pensam: "Poxa, os meus pais não estão me dando atenção. Já sei! Vou dizer a mesma coisa que aquela criança disse na televisão ontem! Mãe, fui estuprado!
Os molestadores, na maioria das vezes, intimidam suas vítimas de forma que elas fiquem em silêncio por muito tempo até se sentirem seguras para relatar seu sofrimento. Às vezes, infelizmente, isso nunca acontece. Mas se uma criança diz que foi abusada sexualmente, seus pais devem acreditar nela e também deixá-la o mais a vontade possivel para que ela possa falar livremente.
As primeiras atitudes a serem tomadas é buscar ajuda médica, denunciar o molestador e levar a criança para fazer um exame físico e, também levá-la à um psiquiatra.

O que devemos fazer quando uma criança for abusada sexualmente?
- Se a criança falar a respeito do abuso, escute-a, e leve-a a sério. As crianças pouquíssimas vezes inventam histórias de abuso sexual.
- Se você estiver alarmada ou sente vergonha, não demonstre à criança, pois ela se sentirá mais afetada ainda.
- Não pressiona. Apoie a criança evitando gestos, perguntas ou pré-julgamentos que a façam sentir-se ainda mais angustiadas ou culpadas.
- Se o menino ou menina decide falar, anime-o e mostre confiança para que diga a verdade e fale com liberdade. Não a julgue, nem a faça sentir-se culpada.
- Solicite apoio a algum especialista para ajudar a criança e também à família para saber como tratar do problema.
- Prepare a criança para essa ajuda. Explique que terá que conversar com outras pessoas sobre o acontecido. E que tudo será bom para ela.
- Deve-se denunciar às autoridades, a pessoa que abusou sexualmente da criança.
- Comunicar os serviços sociais.
Baseado no texto de Vilma Medina, do Guia Infantil.